domingo, 16 de abril de 2017

Lata na cabeça: Nascente pisoteada, com fezes de animais e bomba d’água queimada no interior de Itamaraju

Moradores do distrito de Piragi procuraram a reportagem do "Blog Photo Jornalismo" para relatarem a falta d’água no distrito que dura há dias. 

Segundo os moradores o problema da falta d’água no distrito é por causa de uma bomba quebrada, dificultando o fornecimento na comunidade, muito moradores estão revoltados com essa situação.

Um morador que não quis que seu nome fosse revelado disse que a “BOMBA HIDRAULICA” já tem mais de três meses que não funciona. “À bomba que leva água para o distrito está queimada, recebemos informações que o prefeito já tem informações, através do administrador “Flavinho”, mas até o momento nada foi feito também pelo Sec. de Obras do município, deixando tudo como antes”, informou o morador.
Uma estudante da comunidade diz, ainda, que precisa se deslocar em locais afastados do povoado, “quem precisa lavar roupas, pratos ou até mesmo tomar banho, tem que ir buscar agua lá, é uma situação muito difícil”.

“É sempre a mesma coisa, parece uma gravação, apesar de serem pessoas diferentes que atendem às nossas ligações na prefeitura, diz uma moradora de Piragi, até parece que ficam irritadas quando se reclama da constante falta de água, aqui na Comunidade”.
“Além de faltar, a água vem imunda, suja, parece petróleo, e com um cheiro insuportável, inclusive tivemos prejuízos com as roupas manchadas pela água”. Teve um mês que ficamos vários sem água e a desculpa era sempre a mesma da bomba quebrada.  (Por: Lenio Cidreira)


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Os moradores do pequeno Distrito de Piragi, distante cerca de 70 quilômetros de Itamaraju, há seis meses estão sofrendo com a falta de água nas torneiras, sendo pela falta de cuidado com a nascente, que fica aberta para as mais diversas ações de animais, inclusive bovinos e mais recentemente em virtude da bomba d’água ter “queimado” devido a uma pane elétrica. O equipamento, responsável por bombear a água até os domicílios dos moradores, estaria com esse problema há seis meses, desde o governo passado de Pedro da Campineira (PSD) e persistiu na nova administração de Marcelo Angênica (PSDB).
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Na beira da represa, visivelmente pisoteada e com o nível bem abaixo do normal, é possível notar fezes de bovinos, que também bebem água na mesma nascente. Mais adiante são notados equipamentos velhos, enferrujados, além de caixas e depósitos sujos. O administrador do lugar, conhecido como “Flavinho”, já teria sido questionado acerca da problemática, mas até os dias atuais, com mais de três meses e meio integrando à nova gestão, não conseguiu resolver o caso.
Para não ficarem com sede, muitos moradores do lugar, inclusive idosos, são obrigados a caminhar muito até a nascente, onde enchem baldes e outros vasilhames. Quem tem algum veículo ou animal, usam esses meios para transportar o líquido e quem não possui, é obrigado a carregar esses recipientes na cabeça. (Por Ronildo Brito)

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