quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Trio confessa assassinato de bancário e é transferido para o presídio de Jequié

Girleno o mandante e os autores materiais do crime Jackson e Rogério
Com a prisão de Rogério de Jesus Santos, morador no Loteamento Vila Rodoviária, a Delegacia Territorial de Jequié concluiu nesta terça-feira (22/11), o inquérito policial presidido pelo delegado Cristiano Mangueira, que apura o assassinato do bancário jequieense Filipe Meira de Oliveira, 29 anos, funcionário da Caixa Econômica Federal, na cidade de Maracas. 

Rogério, juntamente com o mandante do crime, comerciante Girleno Pereira de Miranda e o outro comparsa Jackson Silva de Jesus, foram transferidos para o Conjunto Penal de Jequié, onde permanecerão à disposição da Justiça. Os policiais prenderam Rogério, a partir de informações do próprio pai do suspeito. Ele estava escondido em uma pedreira, no fundo de um motel localizado à margem da BR 330. Rogério de Jesus Santos, confessou ter sido contratado por Girleno para matar Filipe, com a promessa de lhe dar R$ 5 mil e uma casa no povoado da Cachoeirinha, do programa Minha Casa Minha Vida. 

Ainda de acordo com os depoimentos, o comerciante que atuava no ramo de peças e acessórios para motocicletas, teria encomendado o crime em razão de estar se sentindo incomodado com os juros e as cobranças de em débito contraído com a vítima decorrente das trocas de cheques pré-datados. Girleno teria revelado em seu interrogatório que a vítima estaria lhe ameaçando de tomar uma casa e um sítio de sua propriedade, para amortizar a dívida. Segundo a Polícia, no dia em que o crime foi consumado, domingo (13), Girleno atraiu Filipe para um sítio de sua propriedade localizado na estrada de acesso ao distrito de Florestal aonde consumou-se o crime. 

Rogério fez os disparos contra vitima que foi colocada no porta-malas do seu próprio veículo sendo levado até a estrada de acesso ao povoado do Rio Preto do Costa, onde Jackson Silva de Jesus, ateou fogo na vítima, orientação dada por Girleno para atear fogo no corpo com o propósito de dificultar a sua identificação. Rogério Santos, que sofreu queimaduras na prática do crime havia sido preso no mês de outubro passado, após ser identificado como o elemento que furtou a motocicleta de uma senhora no estacionamento de um supermercado no bairro Jequiezinho. 

O delegado Cristiano Mangueira destacou durante as suas informações à imprensa comentando sobre a elucidação do crime, o apoio dos demais delegados da 9ª Coorpin e da equipe de investigadores e escrivães que se empenharam para dar uma resposta o mais depressa possível aos familiares, amigos da vítima e a comunidade, acerca das causas e autoria do bárbaro crime. (Jequié Reporter)

Nenhum comentário:

Postar um comentário