quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Major Anilton Almeida comanda operação que apreender embarcações prendeu pescadores usando explosivos na Baía de Camamu

Em ação conjunta envolvendo o IBAMA e Companhia Independente de Polícia Ambiental (CIPPA/Porto Seguro), através do 2º Pelotão de Ilhéus, foi desenvolvida uma fiscalização na Baía de Camamu visando coibir a pesca irregular mediante artefatos explosivos. As ações foram concentradas em revistar as embarcações pesqueiras para identificar a utilização de bombas na pesca, bem como sinais de peixes apanhados mediante essa prática.

Como fruto da fiscalização foram apreendidas duas embarcações e seus condutores presos, acabaram flagrados na posse de cerca de oito bombas artesanais, três metros de estopim e quase 50 quilos de peixes mortos.

Em diligências complementares e com a informações dos pescadores presos, a equipe deslocou-se até uma residência que foi apontada como um dos locais de venda de bombas para pesca. Ao chegar no imóvel foram encontrados 24 quilos de pólvora ensacadas em embalagens menores, uma balança de precisão, 15 metros de estopim (pavio), 07 cápsulas de calibre 36, três animais silvestres abatidos e R$ 997,00 em espécie, dinheiro proveniente da comercialização dos produtos. Todo material e os conduzidos foram apresentados à 5ª COORPIN de Camamu.
Segundo o major Anilton Almeida, que comandou a operação, a pesca com bombas é uma das ações mais danosas à vida marinha. “O efeito devastador causado pela programação sonora mata peixes, corais e algas. Um trabalho de educação ambiental junto às comunidades ribeirinhas visa reduzir essa prática e alertar os pescadores sobre as perdas ambientais”, afirma Anilton Almeida, que está prestes a retornar à região, já que recentemente foi nomeado pelo governador Rui Costa (PT), pra comandar a 89ª Companhia Independente de Itabatã, unidade que tem base de atuação nos municípios de Mucuri e Nova Viçosa. “ Estou orgulhoso de trabalhar com uma tropa dedicada, eficiente e proativa. Até o dia 17/11 ainda estou aqui”, reafirmou. (Por Ronildo Brito)

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